Síndrome de Estocolmo é o nome dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor. A síndrome de Estocolmo parte de uma necessidade, inicialmente inconsciente.*
Historicamente o Brasil e seus diversos momentos Político-sociais que passaram por realidades como Colônia, escravatura, "ditaduras" e atualmente passa por apelos midiáticos aos meandros das políticas afirmativas etc. Proporcionaram a criação para as gerações atuais um estigma não vivido, mas clamam amparo como que se cada "um" o tivesse sofrido em sua própria carne, sendo assim um gatilho disparador para estados ilusórios comparáveis a de uma pessoa que na urgência de sobreviver busca ser aceita por seu "agressor" chegando a nutrir afeição a este.
O agressor dessas "vítimas" incorpora a figura do Estado, a vítima seria logicamente a sociedade -essa sendo composta pelo povo e suas necessidades- esquecida de suas obrigações e deveres lógicos.
A desconstrução intelectual, moral etc., bases significativas necessárias para a percepção de que o direito do povo e a obrigação do Estado é mero conceito, é sim um conjunto de ações requeridas antecipadamente de cada indivíduo e seus grupos que compõem desse modo a sociedade. À desconstrução somam-se distorções por parte de figuras que remetem a imagem de vitória dos "estigmatizados" por sobre o Estado, agregando elementos a "materialidade" das ilusões do sentimento de "Síndrome de Estocolmo Social". Uma vez que se espelham em "sofrimento" e imagem representativa, pois esses "fantasmas" desconstrutores e propagandista de ilusões fazem a esse grupo social crer terem sofrido todas as mazelas da sociedade desde a criação dessa há tempos imemoriais. Amam e odeiam o Estado, mas amam mesmo os vitoriosos detratores que são como imagem espelhada, como se fossem as personagens de seus algozes e também as vítimas, num sadomasoquismo e narcisista sentimento pela imagem de conquista social. Ser vítima e ser vilão; amparar e ser o desamparado, por fim auto se amar por ser o vencedor no entanto sendo o socorrido.
É bem verdade de não se aplicar ao todo da sociedade tal condição, mas também é por certo que uma boa parte daqueles que vivem como se estivessem numa síndrome social, mas não estando é por gozar dos benefícios, por falta de honra, caráter etc. Sendo aproveitadores da ilusão -vampirizando os recursos da nação-, culpados (coautores) não vítimas.
*Retirado do Link: http://www.brasilescola.com/doencas/sindrome-estocolmo.htm
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